Que tal falarmos sobre Deus, sexo, religiões e outros conceitos normalmente reprimidos, ou, na melhor das hipóteses, direcionados pelo moralismo? E que tal falarmos de forma livre e corajosa? Que tal pensar livremente, ir fundo nas idéias, admitir possibilidades a princípio assustadoras, possibilidades que normalmente preferimos ignorar?
Precisamos falar de tudo que incomoda, porque o que incomoda é o que precisa ser revisto.
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